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Centro Espírita Lar de Jesus - Fora da Caridade não há Salvação


Na Ausência do Amor

 

Aquele que diz que está na luz, mas odeia o seu irmão, está nas trevas até agora. O que ama o seu irmão permanece na luz e nele não há ocasião de  queda. Mas o que odeia o seu irmão está nas trevas; caminha nas trevas, e não sabe aonde vai, porque as trevas cegaram os seus olhos.1,João, 2:9-11. (Bíblia de Jerusalém)

Sob esse título, Emmanuel analisa que as diferentes manifestações da intransigência ou fanatismo refletem uma alma enferma, doente porque escolheu  viver na ausência do amor.

Se não sabes cultivar a verdadeira fraternidade, será atacado fatalmente pelo pessimismo, tanto quanto a terra seca sofrerá o acúmulo do pó. Tudo incomoda quele que se recolhe à intransigência. Os companheiros que fogem às tarefas do amor são profundamente tristes pelo fel de intolerância com se alimentam.1

Como enfermidade do Espírito, a intransigência expressa severidade ou rigor perante os comportamentos  e opiniões humanos. Em se tratando de ação política ou  religiosa, a intransigência demonstra  atitude odiosa, agressiva, a respeito daqueles de cuja opinião ou crença se diverge.

Estejamos, pois, atentos porque a intransigência não se instala abruptamente. Requer um período de incubação gradual, semelhante ao que acontece nas doenças infecciosas. Só que no caso da intransigência,  a infecção ocorre na alma.

Procuremos guardar a devida vigilância com o intuito de aprender identificar sinais reveladores dessa terrível infecção espiritual,  alguns dos quais são assim destacados por Emmanuel:

Convidados ao esforço de equipe, asseveram que os homens respiram em bancarrota moral. Trazidos ao culto da fé, supõem reconhecer, em toda parte, a maldade e a desilusão. Chamados à caridade, consideram nos irmãos de sofrimento inimigos prováveis, afastando-se irritadiços. Impelidos a essa ou àquela manifestação de contentamento, recuam desencantados, crendo surpreender a maldade e a lama nas menores exteriorizações de beleza festiva.1

O filósofo iluminista Voltaire já afirmava que a intransigência ou fanatismo “[…] é para a superstição o que o delírio é para a febre, o que a raiva é para a cólera. Aquele que tem êxtases, visões, que toma os sonhos como realidades, e suas imaginações como profecias, é um entusiasta; aquele que alimenta sua loucura com assassinato é um fanático.”2 

A história humana está repleta de atentados cometidos contra a Lei de Deus porque pessoas fanáticas ou intransigentes, agindo como juízes severos e frios, não hesitaram em cometer crimes, condenando à morte ou à perseguição implacável  irmãos em humanidade, simplesmente por que estes não pensam como eles. A civilização atual, contudo, indica que o ser humano evoluiu e que leis mais justas foram elaboradas, a fim de que a vida em sociedade possa estabelecer uma convivência mais pacífica.

A pessoa de bem sabe que a é preciso agir com muita prudência e espírito de benevolência perante à divergências encontradas no cenário social.

Excessos dogmáticos, lances de fanatismo, opiniões prepotentes, medidas de intolerância e injúrias teológicas podem ser considerados por enfermidades das instituições humanas, destinadas a desaparecer com a terapêutica silenciosa da evolução e do tempo, embora constituem para todos nós, os espíritas cristãos encarnados e desencarnados, constantes desafios a mais amplo serviço na sementeira da luz. 3

O maior desafio da humanidade atual  é vivenciar o amor, trilhando os caminhos da luz, libertando-se das trevas, como esclarece o apóstolo João na citação inserida no início deste texto: “o que ama o seu irmão permanece na luz e nele não há ocasião de  queda.” O  Amor é, pois a solução, o remédio salutar, a vacina eficiente, que cura e produz imunidade às enfermidades espirituais.

Quem ama o próximo sabe, acima de tudo, compreender. E quem compreende sabe livrar os olhos e os ouvidos do venenoso visco do escândalo, a fim de ajudar, em vez de acusar ou desservir.
É necessário trazer o coração sob a luz da verdadeira fraternidade, para reconhecer que somos irmãos uns dos outros, filhos de um  só Pai.4

Referências 

  1. XAVIER, Francisco Cândido. Fonte viva. Pelo Espírito Emmanuel. 1 ed. 6 imp. Brasília: FEB, 2013. Cap. 158, p. 333.
  2. Dicionário filosófico. Tradução de Ciro Mioranza e Antonio Geraldo da Silva.São Paulo: editora Scala, 2008, p. 258.
  3. XAVIER, Francisco Cândido. Justiça divina. Pelo Espírito Emmanuel. 14 ed. 3 imp. Brasília: FEB, 2013. Cap. 76, p. 184.
  4. Fonte viva. Pelo Espírito Emmanuel. 1 ed. 6 imp. Brasília: FEB, 2013. Cap. 159, p. 335.


Escrito por Sousa às 10h27
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Deve-se publicar tudo quanto dizem os Espíritos?

 

Em interessante artigo publicado na Revista Espírita de novembro de 1859[1], Allan Kardec com inteligência registrou como título uma pergunta que desperta curiosidade: “Deve-se publicar tudo quanto dizem os Espíritos?” E inicia o texto, respondendo à questão com outra indagação: “Seria bom publicar tudo quanto dizem e pensam os homens?” O Codificador certamente conhecia as técnicas da boa redação, que independe do idioma. A redação de qualidade haverá sempre de atrair a atenção do leitor interessado no assunto. Pois há aquelas tão ruins que nem mesmo os interessados no assunto dispõem-se a lê-las.

No desenvolvimento do texto, Kardec explica que os Espíritos são as almas dos homens que deixaram este mundo. E assim como os habitantes da Terra são de níveis diferentes, os que dela já partiram também formam comunidades distintas, compostas por indivíduos que preservam suas qualidades peculiares. Há homens bons e maus, inteligentes e ignorantes, assim como também existem Espíritos que revelam em seus comportamentos traços de bondade ou maldade, inteligência ou ignorância.

No conjunto das comunicações espirituais existem aquelas más, “que chocam qualquer ouvido delicado”, e outras que simplesmente são ridículas ou triviais. Seria conveniente publicá-las?

Uma vez mais reconhecemos à sabedoria do Codificador, que não nega peremptoriamente. Esclarece que elas são impróprias. Mas, para efeito de estudo, com os devidos cuidados e corretivos, mesmo não sendo instrutivas poderiam ser publicadas. Foi o que, didaticamente, fez o próprio Allan Kardec em O livro dos médiuns.

O que não se deve é tomar “como sérias coisas que chocam o bom senso, a razão e as conveniências”. Acompanhemos os inconvenientes elencados nesse artigo da Revista Espírita quanto à publicação das comunicações triviais ou ridículas:

  1. indução ao erro: pessoas que não conseguem discernir o verdadeiro do falso ou que não têm condições de aprofundar os estudos sobre o assunto.
  2. munição oferecida aos adversários: existem aqueles sempre prontos a criticar. Se forem alimentados em seus propósitos, mais se fortalecerão. Eles não se preocupam em separar o “joio” do “trigo” e tomam a parte pelo todo.

Por isso, é recomendável cuidado quando se trata de tornar públicas ideias, pensamentos, teorias – mediúnicas ou não. Allan Kardec pondera que “o erro de certos autores é escrever sobre um assunto antes de tê-lo aprofundado suficientemente, dando lugar, desse modo, a uma crítica fundamentada”.

O texto sobre a conveniência e a oportunidade de certas publicações espíritas é concluído com a importante lembrança de que os Espíritos se afinizam com os que lhes são simpáticos. E permanecem “onde sabem que serão ouvidos”.

Não é conveniente, portanto, publicar as comunicações mediúnicas sem prévio exame ou correção. Isso seria “dar prova de pouco discernimento”.

O Espiritismo é uma Doutrina de liberdade. Quanto a isso não há dúvida. O caráter de progressividade doutrinária conduz-nos a ponderar que não devemos incorrer em erros pretéritos de criar um Index Prohibitorium, relacionando obras a serem condenadas por julgamentos tendenciosos, simplesmente por apresentarem ideias diferentes daquelas nas quais acreditamos e defendemos porque definimo-las como verdadeiras.

Na Doutrina Espírita não existem heresias. Por isso, ninguém será condenado por elas. Toda e qualquer pessoa tem o direito de se manifestar livremente sobre uma ideia, teoria ou aspecto doutrinário. Mas isso não impede o igualmente direito e sobretudo dever das instituições espíritas de se expressarem no estabelecimento de orientações e diretrizes quanto aos conteúdos que serão veiculados em publicações nas diferentes mídias, desde as mais tradicionais, como as impressas, até as mais avançadas tecnologicamente, como as eletrônicas.

Ao considerar essas observações, entendemos que os critérios de avaliação do conteúdo de um livro e de artigos de periódicos relacionam-se principalmente com três aspectos: nível de cobertura e exaustividade dos assuntos analisados; a atualidade dos temas ou da abordagem sobre eles; e a efetiva contribuição do título à área específica do conhecimento a que se refere.

 

 

[1] DEVE-SE publicar tudo quanto dizem os Espíritos? Reformador, ano 121, n. 2.092, p. 275-277, jul. 2003. Páginas da Revue Spirite. Tradução de Evandro Noleto Bezerra.

www.febnet.com.br



Escrito por Sousa às 16h21
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Palestra Pública

 

Dia 01 de setembro de 2015 - Terça Feira - 19:00 horas

Tema: A CARIDADE SEGUNDO O APOSTOLO PAULO

Expositor: ELZER CORDEIRO. (C. E. Lar de Jesus)

 

Dia 03 de setembro de 2015 - Quinta Feira - 19:00 horas

Tema: A EFICACIA DO PERDÃO.

Expositor: Luiz Pires - FEPI.




Escrito por Sousa às 13h20
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MITOS SOBRE O SUICIDIO

A Organização Mundial de Saúde aponta 10 mitos que envolvem a problemática do suicídio, que são bastante conhecidas:
Mito 1 -  As pessoas que falam sobre suicídio não farão mal a si próprias, pois querem apenas chamar a atenção. Isto é FALSO. Todas as ameaças de se fazer mal devem ser levadas muito a sério.
Mito 2 - O suicídio é sempre impulsivo e acontece sem aviso.FALSO. Morrer pelas suas próprias mãos pode parecer ter sido impulsivo, mas o suicídio pode ter sido planejado durante algum tempo. Muitos indivíduos suicidas comunicam algum tipo de mensagem verbal ou comportamental sobre as suas ideações da intenção de se fazerem mal.
Mito 3 - Os indivíduos suicidas querem mesmo morrer ou estão decididos a matar-se. FALSO – A maioria das pessoas que se sentem suicidas partilham os seus pensamentos com pelo menos uma outra pessoa, ou ligam para uma linha telefônica de emergência ou para um médico, o que constitui prova de ambivalência (desejo confuso), e não de empenho em se matar.
Mito 4 – Quando um individuo mostra sinais de melhoria ou sobrevive a uma tentativa de suicídio, está fora de perigo. FALSO.Na verdade, um dos períodos mais perigosos é imediatamente depois da crise, ou quando a pessoa está no hospital, após uma tentativa. A semana que se segue à alta do hospital é um período durante o qual a pessoa está particularmente fragilizada e em perigo de se fazer mal. A pessoa suicida muitas vezes continua em risco.
Mito 5 – O suicida é sempre hereditário. FALSO. Nem todos os suicídios podem ser associados à hereditariedade e estudos conclusivos são limitados. Uma história familiar de suicídio, no entanto, é um fator de risco importante para o comportamento suicida, particularmente em família onde a depressão é comum.
Mito 6 – Os indivíduos que tentam ou cometem suicídio têm sempre alguma perturbação mental. FALSO. Os comportamentos suicidas têm sido associados à depressão, abuso de substâncias, esquizofrenia e outras perturbações mentais, além de aos comportamentos destrutivos e agressivos. No entanto, esta associação não deve ser sobrestimada. A proporção relativa destas perturbações varia de lugar para lugar e há casos em que nenhuma perturbação mental foi detectada.
MITO 7 – Falar sobre suicídio pode dar a ideia de suicídio à pessoa.FALSO. Na verdade, reconhecer que o estado emocional do individuo é real e tenta normalizar a situação induzida pelo stress são componentes necessários para a redução da ideação suicida.
Mito 8 – O suicídio só acontece “aqueles outros tipos de pessoas”, a nós não. FALSO. O suicídio acontece a todos os tipos de pessoas e encontra-se em todos os tipos de sistemas sociais e de família.
Mito 9 – Após uma pessoa tentar cometer suicídio uma vez, nunca voltará a tentar novamente. FALSO. Na verdade, as tentativas de suicídio são um alerta para o suicídio.
Mito 10 – As crianças não cometem suicídio dado que não entende que a morte é final e são cognitivamente incapazes de se empenhar num ato suicida. FALSO. Embora seja raro, as crianças cometem suicídio e, qualquer gesto, em qualquer idade, deve ser levado muito seriamente.
Extraído de: ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE (OMS).

 Prevenção do suicídio: um recurso para conselheiros. Genebra, 2006. http://www.int/mental_health/media/conselhors_portuguese.pdf


Escrito por Sousa às 13h09
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Agradeça a Deus a benção da vida, pela manhã.

Se você não tem o hábito de orar, formule pensamentos de serenidade e otimismo, por alguns momentos, antes de retornar as próprias atividades.

Sinal Verde - André Luiz/Chico Xavier

Não te enganes com o esmero de superficie.

Que dizer do motorista que primasse por exibir um carro admirável na apresentação, sentando-se alcoolizado ao volante?

- Livro da Esperança - Emmanuel / Chico Xavier

Nosso primeiro impulso é o de reclamar naquilo que supomos nosso direito; contudo, buscando a palavra do Evangelho, surpreeendemos a inesquecivel advertencia do Senhor: 

- ... "Que te importa a ti? Segue-me tu".

Palavras da Vida Eterna - Emmanuel / Chico Xavier

E, sejam quais forem teus obstáculos na familia, é preciso reconhecer que toda construção moral do Reino de Deus, perante o mundo, começa nos alicerces invisiveis da luta em casa.

Ideal Espírita - Emmanuel / Chico Xavier



Escrito por Sousa às 14h38
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PAZ

No mundo em geral e em nosso próprio país tem crescido os índices de violência e de desrespeito ao homem. Sinais dos tempos? Os espíritos nos alertam para este cenário que incluem desde os transtornos pessoais aos socioeconômicos e políticos.

Há muito tempo Emmanuel escreve mensagens como, por exemplo: “Cada homem deve encarregar-se do trabalho que lhe compete. A guerra de nervos traz ameaças, gritos, terrores, bombas, incêndios, metralhadoras, mas o defensor do Bem traz o caráter firme, solidificado na confiança em Deus e em si mesmo.

O discípulo do Senhor não ignora que os cristãos morreram nos circos, de mãos vazias, mas na qualidade de combatentes pelo Bem e pela Verdade. Nestas horas de apreensões justas, recordai as palavras serenas do Mestre: – “E quando ouvirdes de guerras e sedições, não vos assusteis”.(1)

Na Reunião Ordinária do CFN da FEB, de novembro de 2014, Bezerra manifestou-se pela psicofonia de Divaldo e foi muito incisivo: “Estes são dias de turbulência. A sociedade terrestre, com a inteligência iluminada, traz o coração despedaçado pela angústia do ser existencial. Momento grave na historiografia do processo evolutivo, quando se operam as grandes mudanças para que se alcance a plenitude na Terra, anunciada pelos Espíritos nobres e prometida por Jesus.”(2) Ele alertou para situações gerais e inclusive dentro da Seara Espírita.

No início de janeiro deste ano, no dia dos atentados terroristas em Paris, Vianna de Carvalho escreveu: “Merece, neste grave momento, igualmente, recordar-se a frase de Jesus: – Eu venci o mundo! Todos desejam, por ignorância, vencer no mundo. Ele não foi um vitorioso no cenário enganoso do mundo, mas o triunfador sobre todas as suas ainda perversas injunções. O terrorismo passará como todas as vitórias da mentira, das paixões inferiores e da violência, porque só o amor é portador de perenidade.”(3)

Há mais de dez anos o Conselho Federativo Nacional da FEB aprovou a Campanha “Construamos a paz promovendo o bem!” disponível em folheto e arquivo digital (4). Há transcrições de obras de Allan Kardec e de Emmanuel. Destacamos uma frase do Codificador: “O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza”, extraída de O evangelho segundo o espiritismo. Este material do CFN da FEb deve ser trabalhado em vários níveis, do pessoal ao coletivo.

Fica claro que a desejada paz no mundo depende e se inicia com a paz interior, com o respeito ao próximo: no lar, no trabalho, nas ruas e, inclusive, dentro do Movimento Espírita. As tentativas de turbulências ocorrem em todas as áreas.

São oportunos os comentários de Divaldo em jornal de Salvador: “A criatura humana é a medida das suas aspirações morais e espirituais que a projetam no rumo da iluminação. Parece uma ingenuidade aspirar-se por iluminação interior, paz no coração, quando pairam sobre quase todas as cabeças as espadas de Dâmocles prestes a decepá-las. São, no entanto, as propostas ingênuas do amor, conforme preconizadas por Jesus Cristo, que proporcionam bem-estar, alegria de viver, trabalho no bem, fraternidade no seu mais amplo sentido. Assim viveu o inesquecível Poeta galileu, amando numa época hostil como a nossa. Podemos tentar?”(5)

Referências:

1) Xavier, Francisco Cândido. Pelo espírito Emmanuel. Harmonização. Ed. GEEM. Lição nº 19. Pág.101.

2) Franco, Divaldo Pereira. Pelo espírito Bezerra. Momento decisivo. Reformador, p. 701-712. Edição de dezembro de 2014.

3) Franco, Divaldo Pereira. Pelo espírito Vianna de Carvalho. Terrorismo.

Reformador, p.71-71. Edição de fevereiro de 2015. (Vide Reformador on line: http://www.souleitorespirita.com.br/reformador/)

4) http://www.febnet.org.br/wp-content/uploads/2012/11/Construamos-a-Paz- Livreto.pdf

5) Franco, Divaldo Pereira. Amor à vida. A Tarde, coluna Opinião, Salvador, 29 de janeiro de 2015.

Ex-presidente da Federação Espírita Brasileira (3/2013 a 3/2015).

Foi membro da Comissão Executiva do Conselho Espírita Internacional,

presidente da USE-SP, secretário geral do CFN da FEB, diretor,

Vice-presidente e presidente interino da FEB em 2012



Escrito por Sousa às 11h45
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Pinga-Fogo: Richard Simonetti

Não Me segurem!

1 - A agonia do governador Mario Covas suscita velha questão: a eutanasia. Em casos dessa natureza, envolvendo paciente terminal, há quem julgue rasoável abreviar seus padecimento. O que nos diz o Espiritismo a respeito?

Creio que há uma negação unânime das religiões. Admitir a eutanásia seria transferir para a criatura uma decisão que pertence ao Criador. Só Deus, que sustenta o dom de viver, tem o direito de dispor da Vida.

2 - E se a decisão for da própria pessoa?

Será muito pior. Decidir a própria morte é cometer suícidio que, como nos esclarece a Doutrina Espírita, provoca um destrambelho perispiritual tão profundo que o infeliz apenas multiplicará seus padecimentos.

3 - Na Holanda há hoje uma legislação que admite a eutanásia. Não seria essa legislação um avanço em favor dos pacientes terminais, podendo até vir a modificar as concepções religiosas?

Na medida em que as coletividades evolum, a legislação humana tende a assimilar a legislação divina, comsubstanciada nos dez mandamentos, de Moisés, onde está o que não devemos fazer (não matar, por exemplo), e nas lições de Jesus, que enfatizam o respeito à vida. Se uma sociedade afasta-se dessa orientação, entra na contramão desse processo, com consequências funestas. O legislador que apoiou essa lei, tanto quanto os médicos que lhe dão cumprimento, as familias que a aprovam e os pacientes que se submetem, terão problemas.

4 - Mesmo que haj um mal irreversível, que o paciente esteja sofrendo muit5o, não se pode exercitar a misericórdia, abreviando seus padecimentos?

Ninguém sofre injustamente. Os sofrimentos decorrentes de graves moléstias, no fim da existência, costumam funcionar como tratamentos de beleza para o Espírito, ajudando-o a ajustar contas com sua própria consciência e preparando-o para uma situação melhor, na vida espiritual.

5 - Há uma tendência atual em se aplicar o que chamaríamos de "eutanásia passiva". Suspender a medicação, aplicar apenas analgésicos, se houver dor, e deixar o paciente partir. O que dizer, sob o ponto de vista espírita?

No século passado a Medicina não dispunha da sofisticação atual que permite prolongar por dias e até semanas a existência de um paciente terminal. Assim, não temos o ponto de vista espírita, expresso na Codificação. Se eu me visse nessa situação, enfatizaria: Por favor, não me segurem! Se a Natureza sinaliza que está chegando a hora, se a morte dá sinal de sua presença, num quadro irreversível, que o paciente parta em paz.

6 - Que dizer da ética médica, que determina uma luta sem trégua contra a morte, até o último alento? E concordaria a família com esse procedimento?

O médico deve conhecer suas limitações e ter o discernimento para saber quando lhe compete parar de lutar contra a morte. Quanto à faília, por conta do velho "respeito humano", poderá sentir-se constrangida em não tentar tudo, mesmo quando não adianta mais nada. Mas deve ser conscientizada de que apenas estará prolongando sua agonia.

7 - Não é bom para o Espírito uma agonia prolongada? Não estará se preparando melhor para a vida espiritual?

Entendo  que uma doença de longo curso pode ser benéfica, na medida em que o Espírito vai se desprendendo  dos interesses materiais, das paixões e vícios, voltando-se para a religião. Isso geralmente acontece. A agonia, não, mesmo porque quase sempre decorre de três fatores não naturais: os recursos médicos, as vibrações dos familiáres, que não querem a morte e oram para que não ocorra, formando uma "teia magnética de retenção", e o medo de morrer do paciente.

O medo de morrer atrapalha?

E muito. O paciente se segura, apega-se com todas as suas forças ao corpo, cujas células exaustas estão prestes a se desagregar. É terrível. Podemos ajudá-lo, conversando francamente, dizendo-lhe que chegou a hora, que a morte não existe, que há familiares e amigos a esperá-lo, que se entregue sem medo. Tenho feito isso algumas vezes. Depois aplica-se o passe, e faz-se a oraão. Costuma funcionar. O paciente se solta e ocorre o desencarne sem mais delongas.

Richarde Simonetti - Revista Internacional  de Espiritismo - Abril de 2001.

 



Escrito por Sousa às 10h01
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Verdade e Amor ou Amor e Verdade?

Marta Antunes Moura

      A pergunta faz referência a duas mensagens de Emmanuel que constam do livro inédito Verdade e Amor, psicografia de Francisco Cândido Xavier, conjuntamente lançado pelas editoras FEB e CEU no final do último mês de abril.  A obra contém 34 mensagens transmitidas,há décadas,por diversos Espíritos, alguns bastante conhecidos dos espíritas. Os textos extrapolam o tempo, chegando até nós agora como uma abençoada dádiva que emociona e esclarece. Vale à pena conferir.

      A mensagem Verdade e Amor, inserida no capítulo três e que dá nome ao livro, demonstra de forma inequívoca a importância de se saber dosar a verdade, qualquer verdade, com amor, sobretudo quando nos deparamos com as manifestações das imperfeições do próximo.

      No texto, Emmanuel propõe ao leitorumaviagem ao tempo, à época de Jesus, mostrando-nos como o Mestre Nazareno agia ao detectar falhas do caráter das pessoas:apontava-lhes com gentileza as dificuldades morais, utilizando o critério da verdade, mas que era sempre suavizada pelo toque do amor.Para ilustrar o tema, alguns personagens do Cristianismo nascente são utilizados como exemplo. Assim, quando Madalena se aproxima de Jesus, este ao perceber de que se trata de uma alma perseguida “por sete gênios sombrios”1, “descerra-lhe ao espírito de mulher os horizontes da abnegação pura e sublime.”1

      Perante Zaqueu, “o proprietário egoísta” 1, o Senhor mostra-lhe o valor “do trabalho e da generosidade.”1Ante os equívocos de Judas, “o discípulo invigilante”1, ora por ele em silêncio.  “Negado por Pedro, o companheiro receoso”1, aguarda o momento preciso para fortalecê-lo, mais tarde,  quando o apóstolo testemunharia a sua fidelidade ao Cristo, às custas de enormes sacrifícios.

Insultado pelos filhos de Jerusalém, os beneficiários enceguecidos que absolveram Barrabás, sentenciando-o à condenação, não se entrega ao fel da censura, mas sim, roga ao Pai celeste perdão para todos eles, de vez que se achavam sob o domínio da ignorância.1

      Conduzido a Pilatos, o poderoso representante de César na Palestina, Jesus identifica o “juiz frágil”1 e, perante o tom irônico do preposto romano, apenas lhe sorri sem nada lhe responder, entregando-o, contudo, às mãos educativas do tempo. Ante o espírito cético do apóstolo Tomé, “submete-se bondoso e sereno às suas exigências infantis, dando-lhe a tocar as próprias úlceras ainda abertas.”2Sob a perseguição atroz de Saulo de Tarso, “o doutor intransigente”2, apresenta-lhe o roteiro de salvação no glorioso encontro ocorrido na estrada de Damasco.

      Ao reverpontos frágeis da personalidade dos personagens citados, algo de suma importância se destaca na mensagem de Emmanuel: não são as imperfeições de cada um deles que devemos focalizar, até porque Jesus os auxiliou e os encaminhou na vida.

      Emmanuel, após fazer a correta leitura da atitude do Mestre Nazareno, volta-se em nossa direção e nos revela que, na verdade, é possível quetenhamos um pouco, ou mais do que um pouco, de cada imperfeição identificada nos personagens sob estudo: o descontrole do impulso sexual e o mau uso das forças genésicas de Madalena; o egoísmo e o apego às posses de Zaqueu;a invigilância de Judas;  a atitude indecisa ou vacilante de Pedro; a ignorância e os insultos dos filhos de Jerusalém;  a fraqueza ou a fragilidade dos juízos de valor de Pilatos;  as dúvidas e a pouca fé de Tomé; a intransigência religiosa de Saulo de Tarso.

      Com esta mensagem, Emmanuelnos faz refletir, efetivamente, a respeito das nossas próprias falhas morais, ainda predominantes na humanidade terrestre. Ciente de tal conjectura, o esclarecido orientador espiritual não nos deixa em suspenso ou presos a meras suposições. Retoma o assunto de forma brilhante no capítulo sete do livro, intituladoAmor e Verdade, que é o inverso do título que consta no capítulo três (Verdade e Amor).

      Em Amor e Verdade, o benevolente amigo espiritual traça uma trilha de luz espiritual quando, de forma inequívoca, demonstra o que o Amor pode fazer pelo ser humano, pela sua inteligência, sempre quando se reconheceo valor do entendimento fraterno, da compaixão, do saber compreender e auxiliar. Ao final, afirma com lucidez:3

A Verdade é Luz.

Entretanto, o Amor é a própria Vida.

Nele temos a imagem da água pura que transforma o deserto em jardim.

Façamos, então, da própria alma uma fonte amiga de compreensão e fraternidade, recebendo nossos companheiros de jornada tais quais são e, filtrando para cada um deles a bênção da Verdade no Vaso do Amor puro, estaremos trilhando o caminho do Cristo, o eterno Benfeitor, que, na exaltação da Verdade, aceitou o supremo sacrifício de si mesmo, na cruz da renunciação e da morte, por acendrado Amor à humanidade inteira.4,

                                                                 REFERÊNCIAS

  1. XAVIER, Francisco Cândido. Verdade e amor. Por diversos Espíritos. 1 ed. 1imp. Brasília: FEB; São Paulo: CEU, 2015.Cap. 3 (mensagem de Emmanuel), p. 17.
  2. ______.p. 18.
  3. ______.Cap. 7, p. 29.
  4. ______.p. 30


Escrito por Sousa às 09h49
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Palestra Pública


Dia 16 Junho de 2015 - 3ª Feira - 19:00 horas
   FAZER O BEM SEM OSTENTAÇÃO 
- Expositor: ELZER CORDEIRO.

- Dia 18 de Junho de 2015 - 5ª Feira - 19:00 horas
  A FORÇA TRANSFORMADORA DA DOUTRINA ESPIRITA - Expositor: SOUSA

- Dia 23 de junho de 2015 - 3ª Feira - 19:00 horas
  MUITOS OS CHAMADOS, POUCOS OS ESCOLHIDOS 
- ExpositoraELISABETH

- Dia 25 de Junho de 2015 - 19:00 horas 
O MEDICO, A DOENÇA E O ESPÍRITO -     Expositora: VALDEREZ


Escrito por Sousa às 09h44
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Palestra Pública


- Dia 09 Junho: A PRECE - Expositor: TURENNE.

- Dia 11 Junho: CARIDADE MATERIAL E MORAL. Expositor: MARKO GALENO.

Você é nosso convidado!

SUBA MAIS ALTO

Não lhe fira a calúnia. Viva de modo que ninguém possa acreditar no caluniador.
Não se atrase, em face da perturbação. Siga seu caminho, atendendo aos objetivos superiores da vida, porque os perturbadores são inumeráveis.
Não lhe doa a acusação indébita. Você pode realizar muitos planos valiosos, em contraposição aos acusadores gratuitos.
Não se incomode pela desconfiança descabida. Em qualquer lugar, você pode empregar a boa consciência no serviço honesto.
Não desanime, em razão da critica. Se a censura é serviço cabível a qualquer um, a realização elevada é obra de poucos.
Não se aborreça em virtude de pareceres desfavoráveis. Se você permanece consagrado ao bem, a aprovação da própria consciência prepondera acima de qualquer opinião por mais respeitável.
Agenda Cristã - André Luiz / Chico Xavier


Escrito por Sousa às 09h21
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O abraço de Dr. Bezerra de Menezes...

Um abraço em nome de Deus faz maravilhas!
Bezerra de Menezes acabava de presidir a uma das sessões públicas da Casa de Ismael, na Av. Passos - RJ.
Era uma terça-feira do mês de junho de 1886.
Sua palavra esclarecida e carinhosa, à moda de uma chuva fina e criadeira, no dizer de M. Quintão, penetrava nas almas de quantos encarnados e desencarnados lhe ouviam a evangélica dissertação sobre uma Lição do "Livro da Vida"!
Os olhos estavam marejados de lágrimas, tanto de ouvintes como os do próprio orador.
Acabada a sessão, descera Bezerra com passos tardos, ainda emocionado, as escadas da Federação Espírita Brasileira.
E ia, humildemente, indagando dos mais íntimos, se ferira alguém com sua palavra que lhe perdoassem o descuido e ia descendo e afagando a todos que o esperavam ávidos dos seus conselhos, dos seus sorrisos, do seu olhar manso e bom.
No sucedâneo da escada, localizou um irmão, de seus 45 anos, cabelos em desalinho, com a roupa suja e amarrotada.
Os dois se olharam. Bezerra compreendeu logo que ali estava um caso, todo particular, para ele resolver.
Oh! Benditos os que têm olhos no coração!
E Bezerra os tinha e tem!
E levou o desconhecido para um canto e lhe ouviu, com atenção, o desabafo, o pedido.
- Dr. Bezerra, estou sem emprego, com a mulher e dois filhos doentes e famintos...
E eu mesmo, como vê, estou sem alimento e febril!
Bezerra, apiedado, verificou se ainda tinha algum dinheiro.
Nada encontrou nos bolsos. Apenas a passagem do bonde...
Tornou-se mais apiedado e apreensivo.
Levantou os olhos já molhados de pranto para o Alto e, numa prece muda, pediu inspiração a seu anjo tutelar e solucionador de seus problemas.
Depois, virando-se para o irmão.
- Meu filho, você tem fé em Deus?
-Tenho e muita Dr. Bezerra!
- Pois então, em seu santíssimo nome, receba este abraço.
E abraçou o desesperado irmão, envolvente e demoradamente.
E, despedindo-se:
-Vá, meu filho, na paz de Jesus e sob a proteção do Anjo da Humanidade.
E, em seu lar, faça o mesmo com todos os seus familiares, abraçando-os, afagando-os. E confie no amor de Deus, que seu caso há de ser resolvido.
Bezerra partira.
A caminho do lar, meditava, teria cumprido seu dever, será que possibilitara ajuda ao irmão em prova, faminto e doente?
E arrependia-se por não lhe haver dado senão um abraço.
Não possuía nenhum dinheiro. O próprio anel de grau já não estava em seus dedos, Tudo havia dado. Não tendo dinheiro dera algo de si mesmo, vibrações, bom ânimo, moeda da alma, ao irmão sofredor e não tinha certeza de que isso lhe bastara...

E, neste estado de espírito, preocupado pela sorte de um seu semelhante, chegou ao lar.
Uma semana se passara.
Bezerra não se recordava mais do sucedido.
Muitos eram os problemas alheios.
Após a sessão de outra terça-feira, descia as escadas da Federação.
Alguém, no mesmo lugar da escada, trazendo na fisionomia toda a emoção do agradecimento, toca-lhe o braço e lhe diz:
-Venho agradecer-lhe, Dr. Bezerra, o abraço milagroso que me deu na semana passada, neste local e nesta mesma hora. Daqui saí logo me sentindo melhor. Em casa, cumpri seu pedido e abracei minha mulher e meus filhos. Na linguagem do coração, oramos todos a Deus. Na água que bebemos e demos aos familiares, parece, continha alimento, pois dormimos todos bem.
No dia seguinte, estávamos sem febre e como alimentados... E veio-me uma inspiração, guiando-me a uma porta que se abriu e alguém por ela saiu, ouviu meus problemas, condoeu-se de mim e me deu um emprego, no qual estou até hoje. E venho lhe agradecer a grande dádiva que o senhor me deu, arrancada de si mesmo, maior e melhor do que dinheiro!
O ambiente era tocante!
Lágrimas caíam tanto dos olhos de Bezerra como do irmão beneficiado e desconhecido.
E uma prece muda, de dois corações unidos, numa mesma força gratulatória, subiu aos céus, louvando aquele que é, em verdade, a porta de nossas esperanças, o advogado querido de todas as nossas causas!

LOUVADO SEJA O NOME DE DEUS!

E ABENÇOADO SEJA O NOME DE QUEM, EM SEU NOME, NUM ABRAÇO, FAZ MARAVILHAS, A VERDADEIRA CARIDADE DESCONHECIDA!
Livro: Lindos Casos de Bezerra de Menezes.
Autor: Ramiro Gama.


Escrito por Sousa às 08h01
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EM SEU BENEFICIO

Não se agaste com o ignorante; certamente, não dispõe ele das oportunidades que iluminaram seu caminho.

Evite aborrecimentos com as pessoas fanatizadas; permanecem no cárcere do exclusivismo e merecem compaixão como qualquer prisioneiro.

Não se perturbe com o malcriado; o irmão intratável tem, na maioria das vezes, o figado estragado e os nervos doente.

Ampare o companheiro inseguro; talvez não possua o necessário, quando você detém excessos.

Não se zangue com o ingrato; provavelmente, é desorientado ou inexperiente.

Ajude ao que erra, seus pés pisam o mesmo chão, e, se você tem possibilidades de corrigir, não tem o direito de censurar.

Desculpe o desertor; ele é fraco e mais tarde voltará à lição.

Auxilie o doente; agradeça ao Divino Poder o equilibrio que você está conservando.

Esqueça o acusador; ele não conhece o seu caso dsde o principio.

Perdoe ao mau; a vida se encarregará dele.

André Luiz / Chico Xavier - Agenda Cristã



Escrito por Sousa às 17h34
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MÃE: o amor mais puro

O mês de maio é um mês especial. Nessa época do ano, em razão do Dia das Mães, todas as atenções se voltam para as geradoras da vida, aquelas que possuem o amor mais sublime e a devoção mais inimaginável por seus filhos, seus maiores tesouros.
São várias as mães que merecem destaques: as mães do reino animal, a mãe natureza e, é claro, Maria, a mãe de Jesus. Entre as mães do reino animal, constata-se que a ternura pela prole tem origem no instinto de conservação. Logo que os seres gerados apresentam capacidade para cuidar de si mesmos, a tarefa materna está concluída.
"Para a mãe humana, o seu dia comemorativo deve ser visto apenas como uma data convencional, já que o seu dia deve ser celebrado todos os dias do ano. Deixemos de lado o tom materialista da data".
As mães humanas apresentam mais do que um puro instinto de conservação. Seu amor é uma virtude, uma conquista da evolução espiritual, e permanece por toda a vida, num devotamento difícil de encontrar comparações.
Como espíritas, sabemos que os bebês que retornam à vida na Terra não estão começando "do zero" sua jornada evolutiva. São espíritos antigos - às vezes mais antigos que os pais - que trazem uma extensa bagagem espiritual repleta de conquistas, mas também com vários ajustes a serem reparados.
"A mãe, intuitivamente, sabe de suas obrigações sagradas. Tem em mente que o seu papel não lhe foi dado por acaso, que existe um sentido maior na maternidade e um plano divino para o seu e para o espirito do filho".
Como educadoras, psicólogas, médicas, economistas, e tantas outras funções que precisam aprender "na marra", as mães são portos seguros, verdadeiras referências de amor e amparo aos filhos. Lembremos e valorizemos sempre a nobre missão desses seres, que aceitaram   desafio de trazer ao mundo e serem responsáveis por filhos de Deus, ajudando-os em seu progresso espiritual. "Podemos entender que esse amor maior é o mais profundo e o mais puro amor deste mundo".
José Luiz Condotta - Revista Internacional de Espiritismo, maio de 2014


Escrito por Sousa às 14h47
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EXPERIENCIAS DIFÍCEIS


A beleza física pode provocar tragédias imprevisíveis para a alma, se esta não possui discernimento.

Excessivo dinheiro é porta para a indigência, se o detentor da fortuna não consolidou o próprio equilibrio.

Demasiado conforto é desvantagem, se a criatura não apreendeu a arte de desprender-se.

Muito destaque é introdução a queda espetacular, se o homem não amadureceu o raciocinio.

Considerável autoridade estraga a alegria de viver, se a mente ainda não cultiva o senso das proporções.

Grande carga de responsabilidade extermina a existência daquele que ainda não ultrapassou a compreensão comum

Enorme abedal de conhecimento, em meio de inúmeras pessoas ignorantes, vulgares ou insensatas, é fruto venenoso e amargo, se o  espírito ainda não se resignou à solidão.

André Luiz / Chico Xavier - Agenda Cristã

 



Escrito por Sousa às 15h17
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NECESSIDADE DO TRABALHO

O Livro dos Espíritos

Quetão 674 - A Necessidade do trabalho é uma lei da natureza?

- O trabalho é uma lei natural, por isso mesmo é uma necessidade, e a civilização obriga o homem a trabalhar mais, porque aumenta suas necessidades e prazeres.

Questão 675 - Devem-se entender por trabalho somente as ocupações materiais?

- Não; o Espírito tanbém trabalha, assim como o corpo. Toda acupação útil é trabalho.

Questão 682 - O repouso, sendo uma necessidade após o trabalho, não é também uma lei natural?

- Sem dúvida. O repouso repara as forças do corpo e é também necessário para dar um pouco mas de liberdade à inteligência, para que se eleve acima da matéria.



Escrito por Sousa às 09h22
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