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PALESTRA PÚBLICA
Di 18 de maio, no Centro Espírita Lar de Jesus, as 19:00h, WALQUIRIA fará exposição Espírita com o Tema: MÃE - BENÇÃO VERSO MISSÃO. Aguardamos a sua presença.
Escrito por Sousa às 07h53
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EVANGELIZAÇÂO INFANTIL
Vamos ajudar Jesus na Sua tarefa de nos levar até o Nosso Pai. Vamos evangelizar as nossas crianças. 
Leve seus filhos e amigos para a Evangelização no Centro Espírita Lar de Jesus. Aos sabados, a partir das 16:30h temos Grupos de Evangelização Infantil, ESDE 1 e Grupo de Pais. Venha participar conosco e trabalhar por um mundo melhor.
Escrito por Sousa às 09h17
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FEIJOADA NO C E LAR DE JESUS
Na manhã do próximo dia 20 de maio, a partir da 09:00 horas, estaremos promovendo uma manhã de lazer no C E Lar de Jesus que culminará com a nossa 1ª FEIJOADA CULTURAL.
Escrito por Sousa às 08h32
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O ABRAÇO DO Dr BEZERRA DE MENEZES
 Um abraço em nome de Deus faz maravilhas! Bezerra de Menezes acabava de presidir a uma das sessões públicas da Casa de Ismael, na Av. Passos - RJ. Era uma terça-feira do mês de junho de 1986. Sua palavra esclarecida e carinhosa, à moda de uma chuva fina e criadeira, no dizer de M. Quintão, penetrava nas almas de quantos encarnados e desencarnados lhe ouviam a evangélica dissertação sobre uma Lição do "Livro da Vida"! Os olhos estavam marejados de lágrimas, tanto de ouvintes como os do próprio orador. Acabada a sessão, descera Bezerra com passos tardos, ainda emocionado, as escadas da Federação Espírita Brasileira. E ia, humildemente, indagando dos mais íntimos, se ferira alguém com sua palavra que lhe perdoassem o descuido e ia descendo e afagando a todos que o esperavam ávidos dos seus conselhos, dos seus sorrisos, do seu olhar manso e bom. No sucedâneo da escada, localizou um irmão, de seus 45 anos, cabelos em desalinho, com a roupa suja e amarrotada. Os dois se olharam. Bezerra compreendeu logo que ali estava um caso, todo particular, para ele resolver. Oh! Benditos os que têm olhos no coração! E Bezerra os tinha e tem! E levou o desconhecido para um canto e lhe ouviu, com atenção, o desabafo, o pedido. - Dr. Bezerra, estou sem emprego, com a mulher e dois filhos doentes e famintos... E eu mesmo, como vê, estou sem alimento e febril! Bezerra, apiedado, verificou se ainda tinha algum dinheiro. Nada encontrou nos bolsos. Apenas a passagem do bonde... Tornou-se mais apiedado e apreensivo. Levantou os olhos já molhados de pranto para o Alto e, numa prece muda, pediu inspiração a seu anjo tutelar e solucionador de seus problemas. Depois, virando-se para o irmão. - Meu filho, você tem fé em Deus? -Tenho e muita Dr. Bezerra! - Pois então, em seu santíssimo nome, receba este abraço. E abraçou o desesperado irmão, envolvente e demoradamente. E, despedindo-se: -Vá, meu filho, na paz de Jesus e sob a proteção do Anjo da Humanidade. E, em seu lar, faça o mesmo com todos os seus familiares, abraçando-os, afagando-os. E confie no amor de Deus, que seu caso há de ser resolvido. Bezerra partira. A caminho do lar, meditava, teria cumprido seu dever, será que possibilitara ajuda ao irmão em prova, faminto e doente? E arrependia-se por não lhe haver dado senão um abraço. Não possuía nenhum dinheiro. O próprio anel de grau já não estava em seus dedos, Tudo havia dado. Não tendo dinheiro dera algo de si mesmo, vibrações, bom ânimo, moeda da alma, ao irmão sofredor e não tinha certeza de que isso lhe bastara...
E, neste estado de espírito, preocupado pela sorte de um seu semelhante, chegou ao lar. Uma semana se passara. Bezerra não se recordava mais do sucedido. Muitos eram os problemas alheios. Após a sessão de outra terça-feira, descia as escadas da Federação. Alguém, no mesmo lugar da escada, trazendo na fisionomia toda a emoção do agradecimento, toca-lhe o braço e lhe diz: -Venho agradecer-lhe, Dr. Bezerra, o abraço milagroso que me deu na semana passada, neste local e nesta mesma hora. Daqui saí logo me sentindo melhor. Em casa, cumpri seu pedido e abracei minha mulher e meus filhos. Na linguagem do coração, oramos todos a Deus. Na água que bebemos e demos aos familiares, parece, continha alimento, pois dormimos todos bem. No dia seguinte, estávamos sem febre e como alimentados... E veio-me uma inspiração, guiando-me a uma porta que se abriu e alguém por ela saiu, ouviu meus problemas, condoeu-se de mim e me deu um emprego, no qual estou até hoje. E venho lhe agradecer a grande dádiva que o senhor me deu, arrancada de si mesmo, maior e melhor do que dinheiro! O ambiente era tocante! Lágrimas caíam tanto dos olhos de Bezerra como do irmão beneficiado e desconhecido. E uma prece muda, de dois corações unidos, numa mesma força gratulatória, subiu aos céus, louvando aquele que é, em verdade, a porta de nossas esperanças, o advogado querido de todas as nossas causas!
LOUVADO SEJA O NOME DE DEUS!
E ABENÇOADO SEJA O NOME DE QUEM, EM SEU NOME, NUM ABRAÇO, FAZ MARAVILHAS, A VERDADEIRA CARIDADE DESCONHECIDA!
Livro: Lindos Casos de Bezerra de Menezes. Autor: Ramiro Gama.
Escrito por Sousa às 08h18
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BEZERRA DE MENEZES ADVERTE SOBRE OS "ENXERTOS" PERNICIOSOS.

O Espiritismo trouxe, para a Humanidade, uma nova ordem religiosa que precisa ser preservada. Nela, Jesus desponta como excelso e generoso condutor de corações, e o Evangelho brilha como o Sol na sua grandeza mágica. Desde a sua origem, cresce assustadoramente, pelo que nos influencia a moral do Cristo, e ninguém poderá impedir a sua marcha ascendente. Ao mesmo tempo em que a nova revelação surgiu acompanhada da perseverança e firmeza dos bons líderes, tem sido alvo de adversários imprudentes, tentando obstruir o seu curso natural, mas sem obterem êxito, obviamente. Além desses, espalham-se, hoje, em profusão, os inovadores que tentam "atualizar" Kardec. O Espiritismo não responde pelos que, presunçosamente, querem ir além do que o Espírito Verdade nos revelou como resposta sábia dos Céus às interrogações da criatura aflita na Terra, conduzindo-a ao encontro de Deus. Portanto, constitui dever de todos nós preservá-lo da presunção dos reformadores e das propostas ligeiras dos que o ignoram. Bezerra de Menezes tem demonstrado preocupação com a manutenção da singeleza dos postulados espíritas, senão, vejamos: “Neste momento, contabilizamos glórias da Ciência, da Tecnologia, do pensamento, da arte, da beleza, mas não podemos ignorar as devastadoras estatísticas da perversidade que se deriva dos transtornos comportamentais"...) as criaturas humanas ainda não encontraram o ponto de realização plenificadora. Isto porque Jesus tem sido motivo de excogitações imediatistas no campeonato das projeções pessoais, na religião, na política e nos interesses mesquinhos. (...) "(1) Se abraçamos o Espiritismo por ideal cristão, não lhe podemos negar fidelidade. O legado da tolerância não se consubstancia na omissão da advertência verbal diante às enxertias conceituais e práticas anômalas, que alguns companheiros intentam impor no seio do movimento espírita. Para os mais estouvados, a pureza doutrinária é a defesa intransigente dos postulados espíritas, sem maior observância das normas evangélicas; para outros não menos afoitos, é a rígida igualdade de tipos de comportamentos, sem a devida consideração aos níveis diferenciados de evolução em que estagiam as pessoas. Sabemos que o excesso de rigor na defesa doutrinária pode levar a graves erros, se enveredarmos pelas trilhas de extremismos injustificáveis, posto que redundarão em divisão inaceitável, em face dos impositivos da fraternidade. É óbvio que não podemos converter defesa da pureza kardeciana em cristalizada padronização de práticas que podem obstar a criatividade espontânea diante da liberdade de ação. Inobstante repelir as atitudes extremas, não podemos abrir mão da vigilância exigida pela pureza dos postulados espíritas e não hesitemos, quando a situação se impuser, no alerta sobre a fidelidade que devemos a Kardec e a Jesus. É importante não esquecermos que nas pequeninas concessões vamos descaracterizando o projeto da Terceira Revelação. "É necessário preservar o Espiritismo conforme o herdamos do eminente Codificador, mantendo-lhe a claridade dos postulados, a limpidez dos seus conteúdos, não permitindo que se lhe instale adenda perniciosa, que somente irá confundir os incautos e os menos conhecedores das suas diretrizes." (2) É inegável que existem inúmeras práticas não compatíveis com o projeto doutrinário que urge sejam combatidas à exaustão, nas bases da dignidade cristã, sem quaisquer laivos de fanatismo, tendente a impossibilitar discussão sadia em torno de questões controversas. Apresentando certa apreensão quanto ao Movimento Espírita, nosso 'Kardec Brasileiro' recorda: "a Boa Nova (...) produz júbilo interno e não algazarra exterior (...) Não é lícito que nos transformemos em pessoas insensatas no trato com as questões espirituais. Preservar, portanto, a pulcritude e a seriedade da Doutrina no Movimento Espírita é dever que nos compete a todos e particularmente ao Conselho Federativo Nacional através das Entidades Federadas"(3) Sobre os que ainda se fixam, demasiadamente, nas questões fenomênicas, Bezerra lembra: "(...) a mediunidade deve ser exercida santamente, cristãmente, com responsabilidade e critérios de elevação para não se transformar em instrumento de perturbação e desídia" (4). O exercício da mediunidade deve ser reservado (o exercício) às pessoas que conheçam Espiritismo, posto ser extremamente perigosa a participação de pessoas ignorantes em trabalhos mediúnicos. Na desatenção desse tópico, após mais de um século de mediunidade à luz da Doutrina Espírita, temo-la, ainda, atualmente ridicularizada. Os intelectuais, materialistas e ateístas, desprezam-na até hoje. Em nome do Espiritismo, há aqueles que propõem apometrias, desobsessão por corrente mento-eletromagnético (5), aplicações de luzes coloridas para higienizar auras humanas e curar azia, cálculo renal, coceiras, dores de dente, gripes, soluços em crianças, verminoses, fieiras e quejandos. Se não bastasse, recomenda-se até carvãoterapia (?!) para neutralizar "maus-olhados". É só colocar um pedaço de tora de carvão debaixo da cama e estaremos imunes do grande flagelo da humanidade - o "olho comprido". Em recente entrevista ao Jornal Alavanca, de abril/maio-2000, Divaldo Franco adverte sobre as "terapias alternativas - "curandeirismos" e a fascinação na prática mediúnica, apontando-os como fatores que têm desestabilizado o projeto da unidade doutrinária".(6) É por essas e outras que a Revista Veja (7), registra que os médicos da ala conservadora da psiquiatria consideram os médiuns como dotados de neuroses, psicoses, desvios de personalidade, esquizofrenias. Se pararmos para refletir, daremos uma certa razão para esses psicoterapeutas. Muitos adeptos do Espiritismo desconhecem Allan Kardec, Emmanuel, André Luiz, Joanna de Ângellis, Bezerra de Menezes, e outros consagrados expoentes da difusão doutrinária e, lastimavelmente, estão aguilhoados nas práticas que comprometem todo o projeto doutrinário. "(...) Mantende o espírito de paz, preservando os objetivos abraçados e, caso seja necessário selar vosso compromisso com testemunho, não titubeeis". (8) O exercício dos códigos evangélicos nos impõe a obrigatória fraternidade e compreensão aos adeptos dessas estranhas práticas, o que não quer dizer que devamos nos omitir quanto à oportuna advertência para que a Casa Espírita não se transforme em academia de ilusões. Jorge Hessen
FONTES:
(1)Bezerra de Menezes. (Mensagem psicofônica recebida pelo médium Divaldo Pereira Franco, em 9 de novembro de 2003, no encerramento da Reunião do Conselho Federativo Nacional, na sede da Federação Espírita Brasileira, em Brasília. Publicada em Reformador/Dezembro/2003)
Escrito por Sousa às 08h12
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Palestra Pública
Nesta 6ª Feira, 11 de maio, as 19:00h, a Oradora Espírita DEBORA fará Palestra Pública com o Tema AS DORES DA ALMA: Depressão. Vale a pena conferir.
Escrito por Sousa às 14h12
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O Centro Espírita e a Codificação
O Centro Espírita é o depositário dos princípios da Doutrina Espírita e não pode afastar-se da sua pureza, sob pena de concorrer para que aconteça com o Espiritismo o que ocorreu com o Cristianismo. Bezerra de Menezes propõe-nos: "É indispensável manter o Espiritismo, qual foi entregue pelos Mensageiros Divinos a Allan Kardec, sem compromissos políticos, sem profissionalismo religioso, sem personalismos deprimentes, sem pruridos de conquista a poderes terrestres transitórios" (psicografia de Chico Xavier, "Reformador" de dez. de 1975). A adoção de teorias e práticas exóticas ou não afinadas com a simplicidade e a pureza dos trabalhos espíritas compromete o seu objetivo e desorienta freqüentadores e assistidos. Eis, por exemplo, a projeciologia: não há dúvida do seu valor, mas não é assunto para o Centro Espírita. Com o Ubaldismo dá-se o mesmo e assim com tantas outras teorias estranhas à Doutrina codificada por Kardec. O Centro Espírita dispõe de recursos suficientes para dar atendimento aos que o procuram com problemas psicofísicos: a prece, o passe, a água magnetizada, a desobsessão, além da imprescindível orientação evangélico-doutrinária. O Centro que busca reforço nos processos alternativos de tratamento e cura -- como TVP, cromoterapia, cristalterapia, pirâmides -- indica falta de fé na terapêutica do Consolador. A contribuição trazida por André Luiz (Espírito), sobretudo nos livros que integram a chamada série "Nosso Lar", constitui uma complementação da obra de Kardec. Seus relatos sobre a vida espiritual são uma espécie de desdobramento da segunda parte do livro "O Céu e o Inferno". A obra kardequiana é a base dos estudos espíritas e Emmanuel quis demonstrar isso ao escrever os livros "Religião dos Espíritos", "Seara dos Médiuns", "Livro da Esperança" e "Justiça Divina", em torno das obras básicas da codificação kardequiana, que constituem "a pedra de toque" em matéria de Espiritismo, para valer-nos aqui de expressão cunhada por Herculano Pires no livro "A Pedra e o Joio". No Congresso Espírita realizado pela USE (União das Sociedades Espíritas de São Paulo) em maio de 1992, uma conclusão tornou-se marcante: `a causa espírita é maior do que a Casa espírita'. A causa espírita é o fim, a Casa espírita é o meio. Mas geralmente invertemos isso, dando mais importância à Casa do que à causa, ou fazendo concessões para manter a Casa, em detrimento da causa. Nesse sentido, o Centro deve evitar o uso de rifas, tômbolas, quermesses e bailes beneficentes e outros meios desaconselháveis, para angariar recursos. O mundo de César tem suas exigências, mas não podemos olvidar que no Centro Espírita estamos a serviço de Deus. Não se pode aceitar, portanto, a alegação de que os fins justificam os meios.
Escrito por Sousa às 14h07
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Minha Mãe

Desejava, Mãezinha para testemunhar-te afeto e gratidão, escrever-te um poema que me fotografasse o coração. E ao servir-me do verbo quisera misturar a beleza das flores e das fontes, o azul do céu, o ouro do sol e os lírios do luar!... Anseio enaltece-te! ... A palavra, no entanto, Mãe querida, não consegue mostrar as bênçãos incessantes que nos trazes à Vida. Em vão consulto dicionários! Não encontro a expressão lúcida e bela que nos define claramente a luz que o teu sorriso nos revela... Ofereço-te, assim, ao carinho perfeito o doce pranto de agradecimento que me verte do peito. As lágrimas que choro de alegria refletem, uma a uma, as estrelas de amor que te engrandecem - a tua glória em suma!... És tudo de mais lindo que há no mundo - o agasalho, a ternura calma e boa, o refúgio de santo entendimento, a presença que abençoa... Desculpa, meu tesouro de esperança, se não te sei nobilitar o reino de bondade e sacrifício, no sustento do lar! E não sabendo, Mãe, como louvar-te a celeste afeição, rogando a Deus te glorifique a vida, trago-te o coração. Maria Dolores
Escrito por Sousa às 08h45
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MATERNIDADE
Vemos em cada manifestação da Vida determinada meta de desenvolvimento, qual anseio do próprio Deus a concretizar-se. Na Criação, o clímax da grandeza. Na caridade, o vértice da virtude. Na paz, a culminância da luta. No êxito, a exaltação do ideal. Nos filhos, a essência do amor. No lar, a glória da união. De igual modo, a maternidade é a plenitude do coração feminino que norteia o progresso. Concepção, gravidez, parto e devoção afetiva representam estações difíceis e belas de um ministério sempre divino. Láurea celeste na mulher de todas as condições, define o inderrogavel recurso a existência humana, reclamando paciência e carinho, renuncia e entendimento. Maternidade esperada. Maternidade imprevista. Maternidade aceita. Maternidade hostilizada. Maternidade socorrida. Maternidade desamparada. Misto de jubilo e sofrimento, missão e prova, maternidade, em qualquer parte, traduz intercambio de amor incomensurável, em que desponta, sublime e sempre novo, o ensejo de burilamento das almas na ascensão dos destinos. Principais responsáveis por semelhante concessão da Bondade Infinita, as mães guardam a chave de controle do mundo. Mães de sábios... Mães de idiotas... Mães felizes... Mães desditosas... Mães jovens... Mães experientes... Mães sadias... Mães enfermas... Ao filtro do amor que lhes verte do seio, deve o Plano Terrestre o despovoamento dos cãrculos inferiores da Vida Espiritual, para que o Reino de Deus se erga entre as criaturas. Mães da Terra! Mães ananimas! Sois vasos eleitos para a luz da reencarnação! Por maiores se façam os suplícios impostos a vossa frente, não recuseis vosso augusto dever, nem susteis o hálito do filhinho nascente - esperança do Cau a repontar-vos do peito!... Não surge o berço em vosso coração por acaso. Mantende-vos, assim, vigilantes e abnegadas, na certeza de que se muitas vezes cipoais e espinheiros são vossa herança transitória entre os homens, todas vós sereis amparadas e sustentadas pela Benção do Amor Eterno, sempre que marchardes fiéis é Excelsa Paternidade da Providencia Divina. | pelo Espírito André Luiz é Psicografia Francisco Cândido Xavier é Extraído do Livro O Espírito da Verdade.
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Escrito por Sousa às 07h18
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A MAGOA

Existem pessoas que se sentem ofendidas, magoadas por qualquer coisa: à mais leve contrariedade, se sentem humilhadas... Ora, nós não viemos a este mundo para nos banhar em águas de rosas... “Agradeço todas as dificuldades que enfrentei; não fosse por elas, eu não teria saído do lugar... As facilidades nos impedem de caminhar. Mesmo as críticas nos auxiliam muito.” “ quando você não tiver uma palavra que auxilie, procure não abrir a boca...” “Sabemos que precisamos de certos recursos, mas o Senhor não nos ensinou a pedir o pão, mais dois carros, mais um avião... Não precisamos de tanta coisa para colocar tanta carga em cima de nós. Podemos ser chamados hoje à Vida Espiritual...” “Tudo que criamos para nós, de que não temos necessidade, se transforma em angústia, em pressão...” Valorizemos o amigo que nos socorre, que se interessa por nós, que nos escreve, que nos telefona para saber como estamos indo... A amizade é uma dádiva de Deus... Mais tarde, haveremos de sentir falta daqueles que não nos deixam experimentar solidão!” “A caridade é um exercício espiritual... Quem pratica o bem, coloca em movimento as forças da alma. Quando os espíritos nos recomendam, com insistência a prática da caridade, eles estão nos orientando no sentido de nossa própria evolução; não se trata apenas de uma indicação ética, mas de profundo significado filosófico...” “Tudo o que pudermos fazer no bem, não devemos adiar... Carecemos somar esforços, criando, digamos, uma energia dinâmica que se anteponha às forças do mal... ....Ninguém tem o direito de se omitir” “Uma das mais belas lições que tenho aprendido com o sofrimento: Não julgar, definitivamente não julgar a quem quer que seja.” “O exemplo é uma força que repercute, de maneira imediata, longe ou perto de nós... Não podemos nos responsabilizar pelo que os outros fazem de suas vidas; cada qual é livre para fazer o que quer de si mesmo, mas não podemos negar que nossas atitudes inspiram atitudes, seja no bem quanto no mal.” Fico triste quando alguém me ofende, mas, com certeza, eu ficaria mais triste se fosse eu o ofensor... Magoar alguém é terrível!...” “Tudo tem seu apogeu e seu declínio... É natural que seja assim; todavia, quando tudo parece convergir para o que supomos o nada, eis que a vida ressurge, triunfante e bela!... Novas folhas, novas flores, na indefinida bênção do recomeço!...” - Chico Xavier TENHA UMA LINDA SEMANA
Escrito por Sousa às 13h25
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HOSPITAL DO SENHOR
Fui ao Hospital do Senhor fazer um check-up de rotina e constatei que estava doente. Quando Jesus mediu minha pressão, verificou que estava em baixa de TERNURA. Fiz um eletrocardiograma e foi diagnosticado que precisava de uma PONTE de AMOR, pois minha veia estava bloqueada e não estava abastecendo o meu CORAÇÃO VAZIO. Passei pela ortopedia, pois estava com dificuldade de andar Lado a Lado com o Meu Irmão, e não consegui abraçá-lo por ter fraturado o braço, ao tropeçar na minha VAIDADE. Constatou-se Miopia, pois não conseguia enxergar além das APARÊNCIAS. Queixei-me de não poder ouví-lo e diagnosticou Bloqueio em decorrência das PALAVRAS VAZIAS do dia-a-dia. Obrigado SENHOR, por não ter me cobrado a consulta, pela sua grande MISERICÓRDIA. Prometo, ao sair daqui, somente usar:
Remédios Naturais, que me indicou e que estão no receituário do SEU EVANGELHO. Obrigado SENHOR, por não ter me cobrado a consulta, pela sua grande MISERICÓRDIA. Prometo, ao sair daqui, somente usar:
Remédios Naturais, que me indicou e que estão no receituário do SEU EVANGELHO. Vou tomar, diariamente, ao me levantar, CHÁ DE AGRADECIMENTO, ao chegar no trabalho, beber uma colher de sopa de BOM DIA e, de hora em hora, um comprimido de PACIÊNCIA, com um copo de HUMILDADE. Ao chegar em casa SENHOR, vou tomar, diariamente, uma injeção de AMOR e ao me deitar duas cápsulas de CONSCIÊNCIA TRANQÜILA. Agindo assim, tenho a certeza que não ficarei mais doente e todos os dias serão de CONFRATERNIZAÇÃO E SOLIDARIEDADE. Prometo prolongar esse tratamento preventivo por toda a minha vida, para que, quando me chamar, que seja por MORTE NATURAL. Obrigado Senhor !!! Que você e sua família tenham uma excelente semana de realizações. Abraço com carinho
Escrito por Sousa às 13h08
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A VIRTUDE
A virtude, no mais alto grau, é o conjunto de todas as qualidades essenciais que constituem o homem de bem. Ser bom, caritativo, laborioso, sóbrio, modesto, são qualidades do homem virtuoso. Infelismente, quase sempre as acompanham pequenas enfermidades morais que as desornam e atenuam. Não é virtuoso aquele que faz ostentação da sua virtude, pois que lhe falta a qualidade principal: a modéstia, e tem o vicio que mais se lhe opõe: o orgulho. A virtude, verdadeiramente digna desse nome, não gosta de estadear-se. Adivinham-na; ela, porém, se oculta na obscuridade e foge à admiração das massas. S. Vicente de Paulo era virtuoso; eram virtuosos o digno cura d'Ars e muitos outros quase desconhecidos do mundo, mas conhecidos de Deus. Todos esses homens de bem ignoravam que fossem virtuosos; deixavam-se ir ao sabor de suas santas inspirações e praticavam o bem com desinteresse, completo e inteiro esquecimento de si mesmo. A virtude assim compreendida e praticda é que vos convido, meus filhos; a essa virtude verdadeiramente cristã e verdadeiramente espirita é que vos concito a consagrar-vos. Afastai, porém, de vossos corações tudo o que seja orgulho, vaidade, amor-próprio, que sempre desadornam as mais belas qualidades. Não imiteis o homem que se apresenta como modelo e trombeteia, ele próprio, suas qualidades a todos os ouvidos complacentes. A virtude que assim se ostenta esconde muitas vezes uma imensidade de pequenas torpezas e de odiosas covardias. Em principio, o homem que se exalça, que ergue uma estátua à sua própria virtude, anula, por esse simples fato, todo mérito real que possa ter. Entretanto que direi daquele cujo único valor consiste em parecer o que não é? Admito de boa mente que o homem que pratica o bem experimenta uma satisfação intima em seu coração; mas, desde que tal satisfação se exteriorise, para colher elogios, degenera em amor-próprio. Ó vós todos a quem a fé espirita aqueceu com seus raios, e que sabeis quão longe da perfeição está o homem, jamais esbarreis em semelhante escolho. A virtude é uma graça que desejo a todos os espíritas sinceros. Contudo, dir-lhes-ei: Mais vale pouca virtude é que as Humanidades sucessivamenete se hão perdido; pela humildade é que um dia elas se hão de redimir, - François-Nicolas-Madeleine. (Paris. 1863) E. S. E - Cap XVII, item 8.
Escrito por Sousa às 07h16
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Escrito por Sousa às 19h19
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O ANTIGO DRUIDA REAPARECE
Através de um espírito guia da família Boudin, Rivail tomou conhecimento de que se chamara Allan Kardec, numa existência anterior, ao tempo de Júlio César, na Gália, na verdade, antigo nome do território francês. De acordo ainda com esse espírito amigo, que se apresentava com o nome de Zéfiro, declarou ainda ser o professor Rivail um antigo sacerdote gaulês — um druida. O próprio Zéfiro teria sido seu discípulo e companheiro de tarefas religiosas entre os gauleses. Allan Kardec era, na hierarquia sacerdotal da época, seu superior. Zéfiro ainda fez outra revelação: Rivail estaria novamente nas lutas terrenas para cumprir importante missão espiritual. Mais tarde, outros benfeitores espirituais confirmariam essa revelação. Todos lhe prometiam auxílio, encorajavam-no e aconselhavam-no a ter perseverança e discrição, Os druidas foram detentores de grandes conhecimentos secretos, tradicionalmente transmitidos de boca a ouvido. Entre esses conhecimentos estavam a reencarnação, a concepção dos diferentes domínios espirituais, as diferentes categorias de espíritos, a evolução contínua do espírito, a lei de causa e efeito, entre outros. Por ocasião do lançamento de O Livro dos Espíritos, em 1857, o professor Rivail resolveu apresentá-lo a público com o seu antigo nome gaulês — Allan Kardec. Assim, reaparece o antigo druida, adequando conhecimentos já vivenciados e melhor apreendidos, apto a novamente transmiti-los, tornando-se verdadeiro porta-voz de uma legião de outros tantos seres espirituais, mais emancipados da ignorância espiritual que, por enquanto, ainda ensombrece a Terra.
Escrito por Sousa às 07h32
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O LIVRO DOS ESPIRITOS - 155 ANOS
Jorge Leite de Oliveira Allan Kardec, pseudônimo de Hippolyte Léon Denizard Rivail, foi cognominado, por Camille Flammarion, o bom-senso encarnado. Desde sua juventude, este Espírito de escol demonstrava seu senso positivista e racional, como lemos na frase que escreveu, aos 24 anos, em obra sobre educação pública: Aquele que houver estudado as ciências rirá, então, da credulidade supersticiosa dos ignorantes. Não mais crerá em espectros e fantasmas. Não mais aceitará fogos-fátuos por Espíritos.1
Pois foi esse mesmo Rivail que, 26 anos mais tarde, já na madureza, foi chamado a observar “estranhos fenômenos” e, após certo tempo de hesitação e dúvidas, resolveu investigar in loco as chamadas manifestações das mesas girantes, muito em voga na Europa, em especial na França, ali pelos anos 50 do século XIX. Viu, ouviu e sentiu, naquelas comunicações, estar contida a síntese das revelações divinas à Humanidade. Foi-lhe, então, revelada sua missão2 pelo Espírito Verdade e por outros Espíritos de escola, segundo a qual ele proporcionaria à Humanidade a certeza da existência, sobrevivência e manifestação das almas dos chamados mortos e as consequências morais advindas dessa certeza. Prepararia, pois, a Humanidade para uma vida melhor, resultante do conhecimento e prática das leis morais, com base no esclarecimento das respostas às perguntas que sempre nos inquietaram: Quem sou? De onde vim? Qual a finalidade de minha vida na Terra? Para onde vou após a morte do meu corpo físico? Diante da grandiosidade da nova revelação, Rivail cercou-se de todos os cuidados para evitar fraudes, bem como da companhia de pessoas sérias como ele, e, com base no método da observação e da experimentação, preparou 1.019 perguntas, que foram respondidas pelos emissários celestes, sobre as mais transcendentes questões. Hippolyte adotou o pseudônimo Allan Kardec, “nome que, segundo lhe revelara o guia, ele tivera ao tempo dos druidas”,3 a fim de melhor desenvolver seus trabalhos, anônima e cautelosamente, uma vez que, segundo lhe fora informado, o Consolador prometido por Jesus provocaria enorme inquietação, mormente nas almas dos materialistas e religiosos despreparados para a chegada dos novos tempos: Se me amardes, guardareis os meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre, o Espírito da Verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco e estará em vós. Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós. [...] Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito. (João, 14:15-18 e 26.) Assim viria a lume a obra intitulada O Livro dos Espíritos, inicialmente com 501 questões e já na segunda edição com 1.019, cujas respostas foram obtidas com a ajuda de médiuns, em especial mulheres, a maioria delas ainda bastante jovens. As informações colhidas por Kardec eram surpreendentes, anunciavam os primórdios de uma Nova Era para a Humanidade. Poucos anos depois, essa obra deu origem a quatro outras, que completaram o trabalho gigantesco da codificação da Doutrina Espírita: O Livro dos Médiuns, O Evangelho segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese. Com humildade, Kardec sempre se eximiu da autoria da obra, a qual atribuiu exclusivamente aos Espíritos superiores que lhe transmitiram seus ensinamentos elevados. Mas seu trabalho foi muito além de simplesmente organizar e dispor as questões que deram origem a todo o edifício do Espiritismo. Comparava as respostas e rejeitava o que não estava de acordo com o “consenso universal”, por orientação das entidades superiores que o inspiravam, cuja direção suprema era a do Espírito Verdade. Refletia sobre as respostas, analisava-as, elaborava comentários de grande sabedoria e deduzia as consequências morais de alta relevância para a Humanidade, advindas do conhecimento e prática dessas revelações. Na Introdução de O Livro dos Espíritos, somos esclarecidos sobre a Ciência espírita, que se baseia nas relações do mundo material com o dos Espíritos, os seres inteligentes do mundo espiritual. Com fulcro na moral de Jesus, a obra aborda, entre outros, os seguintes assuntos: Existência de Deus; Imortalidade da Alma; Mundo dos Espíritos; Reencarnação; Pluralidade dos Mundos Habitados e Comunicabilidade dos Espíritos. Em Prolegômenos, lemos o anúncio dos Espíritos de que são chegados “os tempos marcados pela Providência para uma manifestação universal”. Os Espíritos superiores são os ministros de Deus e os agentes de sua vontade. Sua missão é instruir e esclarecer os homens, abrindo-se “uma Nova Era para a regeneração da Humanidade". As informações sobre as Causas Primeiras, que têm Deus como a base de tudo, com 75 questões respondidas, estão contidas no Livro Primeiro dessa obra, que se subdivide em quatro Livros ou Partes. No Livro Segundo, estão impressas as informações sobre o Mundo Espiritual ou dos Espíritos. Essa parte vai da questão 76 a 613. Ali, encontramos informações sobre os três elementos do ser humano: alma, perispírito e corpo. Nesse Livro, temos ainda esclarecimentos de que a reencarnação se caracteriza pela passagem das almas por muitas existências corporais e de que “tudo se encadeia na Natureza, desde o átomo primitivo até o arcanjo, que também começou pelo átomo” (Q. 540). Ao tornarmo-nos Espíritos puros, não mais estaremos sujeitos a reencarnações em corpos grosseiros; a natureza espiritual será nossa conquista permanente, junto com a felicidade, que jamais se confunde com um estado de eterna ociosidade, haja vista que, para os Espíritos superiores, o trabalho nada tem de penoso, e sim de imenso prazer e colaboração permanente com o Criador. O Livro Terceiro trata sobre as Leis Morais. Possui 12 capítulos. Nele, somos informados de que a Lei Divina está escrita em nossa consciência (Q. 621), de que Jesus é o tipo mais perfeito que Deus já nos ofereceu para nos guiar e servir de modelo (Q. 625). Também temos ali a informação de que o meio prático mais eficaz de nos melhorarmos nesta vida e de resistir ao arrastamento do mal é o do autoconhecimento, junto à mais desinteressada caridade, e de que a moral, regra de bem proceder, funda-se na estrita observância da lei de Deus (Q. 919 e 919a). Por fim, deparamo-nos, no Livro Quarto, com as Esperanças e Consolações, em apenas dois capítulos, que nos fazem refletir sobre temas como o de que somos obreiros de nosso próprio sofrimento, mas também da felicidade, quando, com nossa melhoria e trabalho, colaborarmos para a transformação da Humanidade. Cabe-nos, para isso, combater a grande praga do nosso tempo: o materialismo, fonte de imensas desgraças, pela degradação moral a que são levados os que nele creem, dando vazão aos instintos primitivos. A elevação espiritual de Allan Kardec ressalta destas suas palavras, em 12 de junho de 1856, ao receber a incumbência do Espírito Verdade de tornar-se o missionário da Codificação Espírita, que anuncia uma Nova Era para a Humanidade: Senhor! Já que te dignaste lançar os olhos sobre mim para cumprimento dos teus desígnios, faça-se a tua vontade! A minha vida está nas tuas mãos; dispõe do teu servo. Reconheço a minha fraqueza diante de tão grande tarefa; a minha boa vontade não desfalecerá, mas talvez as forças me traiam. Supre a minha deficiência; dá-me as forças físicas e morais que me forem necessárias. Ampara-me nos momentos difíceis e, com o teu auxílio e o amparo dos teus celestes mensageiros, tudo farei para corresponder aos teus desígnios.4 Cerca de 10 meses depois, a 18 de abril de 1857, era publicada a primeira edição de O Livro dos Espíritos, e um novo tempo inaugurava-se para a Humanidade! Cabe a nós, espíritas, estudar, refletir, comparar com as demais obras da Codificação de Kardec e com os acontecimentos de nossa época o conteúdo desse livro sempre atual e de incomparável grandeza. Compete-nos trabalhar o sentimento e as ações na prática incessante do bem e na divulgação dessa obra grandiosa, proveniente das mais altas regiões espirituais, de onde o Cristo de Deus dirige os destinos da Terra. Unamo-nos, como um feixe de varas conduzido por Jesus, a fim de colaborarmos, humildemente, com sua obra de transformação da Terra num mundo destinado aos justos e onde as misérias material e moral não mais proliferem. Amemo-nos e instruamo-nos, começando pelo estudo e aplicação prática de O Livro dos Espíritos! 1. WANTUIL, Zêus; THIESEN, Francisco. Allan Kardec: o educador e o codificador. 3. ed. 2. reimp. v. 1. Rio de Janeiro: FEB, 2011. P. 2, cap. 1, it. 4, p. 263. 2 KARDEC, Allan. Obras póstumas.Trad. Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2009. P. 2, Minha missão, 12 de junho de 1856, p. 366. Capa 3 WANTUIL, Zêus; THIESEN. Francisco. Allan Kardec: o educador e o codificador. 3. ed. 2. reimp. v. 1. Rio de Janeiro: FEB, 2011. P. 2, cap. 1, it. 6, p. 275. 4 KARDEC, Allan. Obras póstumas.Trad. Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2009. P. 2, Minha missão, 12 de junho de 1856, p. 369. TRANSCRITO DO PORTAL DA FEB
Escrito por Sousa às 16h50
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